Depois surgiu Beau Brummell, e as regras tornaram-se mais flexíveis. O linho branco passou a afirmar-se por si só, transformando a camisa de roupa interior num símbolo de requinte.
Em 1871, um fabricante de camisas londrino voltou a apertar as regras, patenteando a camisa de botões corridos e remetendo a camisa de vestir pela cabeça para a clandestinidade durante décadas.
Nunca permaneceu ali durante muito tempo. Ao longo da década de 1930 e nos anos seguintes, reapareceu e encontrou o seu lugar no vestuário de trabalho, no vestuário desportivo e nos guarda-roupas de verão. Hoje, consolidou-se numa categoria própria: uma camisa mais elegante do que casual e mais descontraída do que formal, confortável por não ser nenhuma das duas coisas.
A NOSSA VERSÃO DO POPOVER PERFEITO
Confeccionada em linho 100% e com uma carcela de comprimento médio, esta camisa de corte descontraído foi concebida para acompanhar os seus movimentos. Uma camisa para vestir pela cabeça — literalmente.



